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5 razões porque ciclistas de estrada deveriam tentar o MTB

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Autor: Henrique Andrade
Video1 day ago 8 Comments Artigos e Dicas

 Muitos ciclistas de estrada tem uma grande resistência para tentar o MTB. Eu digo isso com propriedade, pois era um desses.
Eu demorei muito para experimentar o MTB e hoje considero a minha modalidade preferida (de longe). O Bike Radar fez um vídeo elencando 5 motivos para ciclistas de estrada tentarem se aventurar no MTB.
 1 – Melhorar a técnica de pedalada
Estudos mostram que MTBikers tem uma pedalada mais macia e com melhor técnica do que os ciclistas de estrada. Como nem sempre existe a tração suficiente para simplesmente fazer força e acelerar, o MTB te força a ter uma pedalada mais redonda.
2 – Melhora as suas técnicas
Mesmo no ciclismo de estrada, a técnica pode te salvar de várias situações de perigo. Como buracos, acidentes e quebra molas. Saber saltar ou desviar desses obstáculos com facilidade pode te salvar o equipamento e um pouco de pele.
3 – Maior intensidade de treino
Os treino de MTB tem uma intensidade muito maior do que a maioria dos treinos de ciclismo de estrada. Como o terreno é muito mais irregular, as subidas mais inclinadas e com pouca aderência e as descidas bastante difíceis, praticamente todos os treinos de MTB se igualam a um treino intervalado no ciclismo de estrada.
Dessa forma, rapidamente se percebe os benefícios no condicionamento.
4 – Mais tecnologia
Se você gosta de acompanhar os lançamentos de novas tecnologias, o MTB oferece uma gama muito maior de equipamentos e inovações que farão com que você tenha muita novidade para acompanhar no PraQuemPedala :).
Fatores como tamanho de roda, curso de suspensão, largura e pressão de pneus, tipos de freio, enfim… É muita coisa!
5 – Diversão
O ciclismo de estrada é muito emocionante e divertido, mas ter a opção de andar em locais longe dos carros, das cidades, dos motoristas malucos, em paisagens alucinantes e tudo mais que a natureza tem para oferecer, é algo que todos deveriam tentar.
https://www.youtube.com/watch?v=CeHC22AC_mI#t=183 
http://www.praquempedala.com.br/blog/video-5-razoes-porque-ciclistas-de-estrada-deveriam-tentar-o-mtb/

Dica: Como melhorar a sua velocidade nas subidas

quinta-feira, 17 de abril de 2014

1 – Tenha marchas leves
Até mesmo os profissionais utilizam relações muito leves, como 34×32, dependendo da subida. Ter a opção de uma marcha leve é importante para subir bem, mantendo uma cadência confortável por mais tempo.
2 – Mantenha um ritmo
Para enfrentar subidas longas, você precisa conhecer o seu ritmo. As vezes você quer perseguir alguém, ou acelera demais no pé da subida e acaba quebrando. Poupe energia, segure até metade da subida e depois disso você pode ir no 100%.
3 – Recupere-se
Quando a inclinação der uma aliviada, procure tentar recuperar um pouco de fôlego. Isso ajuda a chegar ao todo da subida mais inteiro.
4 – Posicione-se bem no grupo
Tente ficar mais na frente do grupo para ter espaço para “sobrar”. Se ficar na ponta do pelotão e não aguentar o ritmo, você pode diminuir o ritmo e ainda ficar no pelote. Se já tiver na rabeira, vai se desconectar do grupo.
5 – Perca peso
Melhor que seja no corpo, mas também pode ser na bike, acessórios e equipamentos. A relação peso x potência é o principal fator nas subidas.
6 – Use um medidor de potência
Use o medidor de potência para se manter em uma ritmo forte, mas que você sabe que aguenta durante muito tempo. Se após um terço da subida, você estiver se sentindo bem, comece a acelerar gradualmente.
Por conta da adrenalina em dias de corridas, você pode render até 20% mais do que seu máximo em um dia de treino normal.
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(Shimano Ultegra 6800 11 Speed Road Cassette)
O contador usa muito esse Cassete com pedivela 53/39 em etapas de subida na Sram chama-se Wi-fli se não me engano. 

Treinos longos de BTT

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

É sobre domingos empolgantes de Btt de estrada que vou falar nas próximas frases.
Aceitei o desafio do meu vizinho e amigo Rui Duarte, para fazer um treino até ao , após a presença da prova no festibike de Santarém.
A primeira foi no dia 27 de Outubro, numa manhã tipica de outono, em tons cizentoides e temperatura fresca, já obrigava a redobrada vestimenta apesar do incomodo do transporte durante muitos quilometros. A primeira paragem foi logo em Santa Iria de Azoia, para tomar o café inicial e o belo pastel de nata. Quentinho aconselho este repasto matinal, só não comi outro por vergonha. 
Inicio em amena cavaqueira, fomos percurrendo quilometros em ritmo baixo, sem grande esforço, tomamos noção quando chegamos ao Cais do Sodré e vimos que já tinhamos gasto demasiado tempo face ao que ainda nos esperava. Aumentamos o ritmo e mantemos, até á paragem obrigatória das bombas da BP na Parede, para encher o meu pneu  traseiro e reajustar a altura do selim. Despois foi sempre a andar até ao Guincho.
Foi mais ou menos antes de chegar ao estadio nacional que vimos o desejado sol, e que nos acompanharia durante o resto do dia. esta marginal é muito mais mágica quando está solerenga.
Exprimentei a ciclovia de Cascais até ao guincho, sempre apinhada de gente, não permite grandes rolagens, vale pela bela moldura feminina que a percorre...um must!
O regresso sempre em bom ritmo, com paragem forçada frente ao padrão dos descobrimentos, com cãimbras da minha parte acusar a passagem pelos 90kms a rolar, nada que um bidon de agua e uma barra não resolvesses. Continuamos animados até ás bombas da gasolina de Santa Iria Azoia. Pois é, mesmo a chegar a casa, no cruzamento com o IC2, deu-me umas cãimbras repentinas que não aguentei e deitei-me no chão, enquanto o Rui me tentava ajudar a destender os musculos da perna afetada. A subida até ao alto da eira fez-se sem grandes problemas,entre os 12 e 13 kms/h, mas chegeui exausto, e indiciando não estar num bom momento de forma, valeu-me o fim-de-semana pasado. Para a história fica a conclusão do meu maior percurso de bicicleta com 120 kms percurridos.
Recomposto desta estirada, no fim-de-semana seguinte apesar de não ter feito nada nos dias seguintes, queria aproveitara carga acumulada e como o Rui não estava por cá neste fim-de-semana, e o Juca ainda não pode treinar, decidi ir até  ao Cartaxo.
O segundo episódio data do dia 03 de Novembro, na falta de companhia, sozinho pus-me ao caminho até ao Cartaxo, há que fazer o treino.
Encontrei pouca gente durante o percurso, e só fiz a primeira paragem nas bombas da gasolina á entrada da Azambuja. Ingerir combustivel sólido (banana) e liquido, e cinco minutos depois mais 15kms pela frente. Chegada ao Cartaxo e paragem na pasteria do centro (um palmier recheado e um café) reforçaram as energias. O regresso fez-se pela estrada nacional, num sobe e desce constante até a Azambuja, a partir daí surgem  retas, que permitem alguma recuperação e um ritmo mais constante. A falta de treinos faz com que acabe por acusar alguma cansaço, e hoje não foi exceção, sencivelmente na rotunda do auto-estrada de Vila franca de xira. Decidi virar para a estrada que vai dar ao parque municipal junto ao rio. Assim, percorri toda a ciclovia, em ritmo de passeio, para poupar energias. Depois foi só continaur sem grandes entusiasmos. Somei mais 102 kms para o meu registo, e mais quatro horas e vinte de desporto velocipédico.
Eu gosto particularmente de grandes estiradas, no entanto, com a ausência de treinos existe sempre um último terço algo sufrível, perfeitamente evitável se tivesse feito alguma coisa durante a semana. Fica a retórica para um futuro próximo.

Festibike 2013 - Meia Maratona (40kms)

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Neste sábado (19.Out.2013) desloquei-me a Santarém para acompanhar o meu amigo Juca, que ia participar nesta meia-maratona. Como não me tinha inscrito, aproveitei a vaga do Manuel Chinita, que por motivos pessoais não pode comparecer. 
A prespectiva era de muita lama porque no dia anterior choveu bastante, e os terrenos deveriam estar alagados. No dia da prova, o dia estava cinzento mas sem chuva, no entanto, o tempo foi abrindo e acabou por vir o desejado Sol. 
Uma prova muito participada, com gente de todo o País, muitos clubes organizados, além da participação popular havia a prova XCM para o campeonato nacional. Nós chegamos uma hora e meia antes, com um parque de estacionamento bastante preenchido, mas lá arrumamos a cerca de 200 mts do portão de acesso. Tempo para preparar os promenores, e dois dedos de conversa.
A prova começou no horário anunciado, e procuramos fazer sem nenhuma pressa. Colocamo-nos no final daquele enorme pelotão, pois o Juca garantiu insistentemente para que fossemos os últimos, e repetia continuamente: "Deixa os ir á vontade, vamos ter que parar mais á frente, daquí a pouco", e
não havia meio de arrancar, isto começava a irritar-me, bem que tinhamos combinado ir com calma, mas negar a partida eu achava ridiculo, afinal fomos tão longe era para andar, mesmo que de vagar.
Os primeiros 10 kms foram em alcatrão, com uma subida logo no inicio de pouco mais de um km, até entrarmos nos trilhos. Logo nos primeiros metros apercebemos que seria trabalhoso, muita lama, o que obrigava logo de inicio  muita gente a sair da bicicleta e engarrafamentos sucessivos, por dificuldade de passagem. Uns quilometros mais á frente, alternadamente estradões magnificos e
caminhos barrentos, obrigavam a encarar a prova com algum cautolismo, e sem grandes espetativas. O pior era o Juca que se negava a andar, fazia mais por ficar para trás do que tentar andar, com a desculpa que esteve muito tempo sem andar, não se esforçava minimamente para tentar melhorar.
Muitas subidas, o que me agradava muito porque sentia-me bem, mas no final tinha sempre que esperar pelo Juca, o que já não preocupava, tentava aproveitar o momento alternando com ritmos um pouco mais fortes, ou nas mais longas, fazer sempre ao mesmo ritmo, o que não era nada fácil nas mais inclinadas.
Finalmente o abastecimento, não sei precisar quando, apenas que já tinham passados 26 kms, e bastante gente já tinha passado, barras energéticas nem ver, água só consegui arranjar pela simpatia de um dos colaboradores do staff da prova, mas algumas tangerinas verdes e metades de bananas faziam um belo repasto. Acabei por me demorar, porque o abastecimento ficava no final de uma subida considerável, e então tive de esperar pela chegada do Juca, e pelo seu momento de reforço alimentar.
A zona de abastecimento, era um pantano autentico, já tinhamos apanhado um terreno de lama tipo barro, mas aqui estava pior, um autentico mar de barro, e numa subida alguns quilómetros mais a frente  a coisa ainda piorou mais. Nunca tinha apanhado barro deste tipo que se colava aos pneus e quadro, provocando uma pasta enorme  que impedia que as rodas rolassem. Várias vezes tivemos que tirar barro com paus e pedras para poder continuar.
No final, vários atletas que chegaram ao mesmo tempo confirmaram um total de aproximadamente 54kms, e um acumulado superior a 1100 mts, face aos valores anunciados de 40 kms e 565mts de acumulado, já para não falar da carrada de lama que apanhamos na prova, que responsabiliza a organização apenas na escolha do trajeto.
No final, apesar das contingências gostei da maioria do percurso, lamento o excesso de barro que apanhamos, e do amigo Juca que não permitia ritmos dignos de uma prova, até porque a minha preocupação era de acompanhá-lo confrome combinado, mas como me sentia bem, tinha necessidade de aproveitar melhor este entusiasmante percurso.
A classificação final, fica apenas por curiosidade, a minha motivação era somente acabar, porque a fraca condição fisica do Juca não permitia melhor classificação. Ficou no ar uma futura participação, o único senão é a distância, e a despesa que isso acarreta, portanto fica um para o ano logo se vê.
O registo fotográfico, ao centro na foto, e o agradecimento pelas fotos aqui publicadas autores respetivos, que não sei identificar porque retirei da internet.

Outras fotos: